Tendo em conta a actual evolução pandémica na nossa Região,
onde existem vários concelhos em situação de risco elevado, onde se inclui o
concelho do Porto Santo, para o presidente da Câmara Municipal local “as medidas
tomadas pelo Governo Regional da Madeira são adequadas para o controlo da
propagação da doença no nosso território”, considera.

Idalino Vasconcelos elogia a actuação do Governo Regional,
por entender que “apesar da pressão existente, foi assertivo, e rigoroso.
Apesar dos constantes alertas das Autoridades de Saúde e do Governo tem
existido situações, que são conhecidas, propícios a contágios, daí que estas
novas medidas são as mais adequadas e as necessárias”, reforça.

Entende que “são medidas exigentes, penalizarão a actividade
económica, é certo, mas são as necessárias para evitar o descontrolo da
situação”, por isso concorda com as mesmas. “Partilho da opinião do Governo
Regional para concretizar a redução dos contactos e dos fluxos de concentração
de pessoas, por isso, o esforço colectivo tem de ser conjunto e de todos”,
refere Idalino Vasconcelos.

O autarca porto-santense deixa o seu apoio ao Governo
Regional e aos profissionais de primeira linha, no combate à pandemia e apela,
de novo, à população para o acatar das orientações da Autoridade de Saúde Local
e do Governo Regional da Madeira, bem como ao cumprimento da responsabilidade
individual de cada munícipe, no combate à pandemia de Covid-19.

“Isso fará a diferença e no sucesso do controle da
pandemia no nosso concelho-ilha”, sublinha.

Por fim, para o Município do Porto Santo, “temos a
prioridade de concentrar os nossos recursos financeiros no apoio e na
estabilidade das famílias, bem como na recuperação das empresas”, no âmbito das
suas competências. Nessa linha Idalino Vasconcelos anuncia que o seu executivo
municipal “irá, em próxima reunião de Câmara Municipal, discutir a necessidade
da implementação de outras medidas para salvaguardar a população, que se juntam
às medidas de apoio também divulgadas anteriormente pelo Governo Regional e
outras que já tomamos em 2020”, lembra.