P. J. Caros leitores!
É de lamentar quando determinados encarregados de educação, não tem a capacidade de admitir que os seus filhos tem comportamentos desviantes no espaço escolar, atitudes violentas, que usam linguagem imprópria, sendo mesmo ordinárias e ofensivas com a comunidade educativa.
- É de lamentar quando esses pais só lhes interessam em ter conhecimento de causa, quando o seu filho tem comportamentos incorrectos dentro da sala de aula, e fora da mesma, quem mais vai ser castigado daquele grupo, onde o próprio educando está envolvido e muitas vezes é o único que faz a instabilidade dentro e fora da sala de aula. Onde o principal sujeito é o seu educando, que transmite ameaças a docentes, funcionários, colegas, técnicos.
- é de lamentar que a cegueira por um filho ultrapassa as regras da boa educação, que não conseguem ver que o seu filho é irresponsável nos seus actos.
Uma mãe quando não tem competências parenteais para transmitir aos seus filhos, como poderá este jovem saber cumprir no mínimo as regras de conduta?
A intervenção dos técnicos na escola tem um papel fundamental perante os pais, famílias, mas se não houver participação dos mesmos e respeito em saber ouvir, saber ser e estar, estamos no mau caminho, sem dúvida.
Ninguém gosta de ser convocado à escola para ouvir participações e atitudes incorrectas dos filhos, mas para que tal não aconteça é preciso um processo educativo trabalhado em casa e incutir as regras desde a pequena infância, As regras devem de começar no berço, ninguém consegue educar quando desde o início não foi feito um trabalho. Quando um filho consegue manipular os pais, está tudo sem controlo.
A intervenção do técnico junto aos encarregados de educação só funciona quando os mesmos querem colaborar na recuperação do jovem. Se o encarregado de educação ameaça os técnicos e tem um comportamento rude, dizendo mesmo que “não perde pela demora, está a colocar em risco a vida do mesmo.
Se um jovem tem problemas a nível comportamental e psicologicamente se encontra com diagnósticos, relatórios médicos, em que constam no seu processo que o aluno, desde a sua infância teria que ser medicado e a própria mãe recusou-se até hoje, em aceitar esta realidade., Não admite jamais que o jovem tem que ser acompanhado sempre a nível de medicação, o trabalho de equipa da comunidade escolar torna-se muito mais complexo. Os pais sentem-se revoltados com as intervenções de todos os profissionais, mas não o devia sentir e sim colaborar com a escola. As ameaças, são sempre ameaças. É pena haver pais assim.