Romano Caldeira Miguel de Sousa, há seis meses, apresentou aos madeirenses e porto-santenses o seu programa para tirar a Região Autónoma da Madeira do sufoco económico e financeiro que se encontrava e se encontra.

Até ao presente momento, temos como candidatos à liderança do PSD/Madeira: Miguel de Sousa; Manuel António; Sérgio Marques; Miguel Albuquerque e Cunha e Silva. Os últimos quatro sem programa ou com programa oculto.

Miguel Albuquerque e Manuel António, muito devotos de Nossa Senhora da Piedade, resolveram marcar presença na procissão da padroeira dos pescadores do Caniçal e começaram a fazer promessas não a Nossa Senhora mas sim à população, em atitudes populistas para angariação de futuros votos.

As promessas apresentadas nada têm a ver com o passado destes dois militantes do PSD/Madeira, giraram em relação ao futuro do posto agrário do Caniçal.

Miguel Albuquerque quando Presidente da Câmara Municipal do Funchal transformou terrenos municipais e privados em hortas urbanas. Agora quer lotear o referido posto agrário para construção de habitações para a população da freguesia.

Manuel António quer que a situação se mantenha, no mesmo terreno, para poder distribuir bacelos a todos os viticultores da Madeira. Quando Presidente do atual IHM - Investimentos Habitacionais da Madeira, EPERAM comprava terrenos para construir casas.

Consequências de não terem programa.

Gostaria de saber quem são os atuais concessionários do posto agrário no Caniçal para não ficar a pensar que já estão na forja avultadas indemnizações.

Miguel de Sousa ao ter apresentado um programa bem estruturado há mais de seis meses, não surgindo qualquer programa e só atitudes populistas da parte dos outros candidatos, demonstra que não é o mais capaz mas sim O QUE É CAPAZ.