Mário da Silva Jesus É mais do que justa e merecida a homenagem que devemos fazer à selecção nacional de Portugal de Ténis de Mesa, que se sagrou pela primeira vez na história desta modalidade, campeã da Europa por equipas, na final disputada no passado dia 28, no Meo Arena em Lisboa, ao bater a sua congénere da Alemanha por 3-1, sob uma forte assistência de milhares de espectadores, que no final vibraram com tal feito de uma das modalidades mais pobres e mais desprezadas pelos altos responsáveis pelo nosso desporto, que fizerem levantar bem alto no pódio a nossa bandeira de Portugal. Atletas puramente amadores e exemplo a ser seguido por todos aqueles desportistas, em especial os intérpretes do “chuto da bola”, que ganham milhões e que não representam condignamente as cores de Portugal.

Equipa nacional portuguesa composta por João Monteiro, Tiago Apolónia e Marcos Freitas, orientados pelo técnico Pedro Rufino, que com esta histórica vitória a nível internacional a todos os níveis notável, quebraram assim uma hegemonia germânica, de seis títulos consecutivos.

Destaque para toda a equipa nacional que está de parabéns por tão grande feito internacional, mas em especial, para o madeirense Marco Freitas, nascido no Funchal a 8 de Abril de 1988, e segundo a Federação Internacional de Ténis de Mesa, ele é o 12º. Melhor mesa-tenista do mundo. 4º. Melhor da Europa e o melhor português da história desta modalidade.

Este atleta olímpico madeirense, entre muitos título já alcançados no seu já vasto currículo, tinha ganho recentemente mais propriamente no dia 31 de Agosto de 2014, o seu primeiro título da carreira, numa etapa do circuito mundial de ténis-de-mesa, batendo na final do Open da República Checa, o germânico Patrick Naum por 4-3, na cidade de Olomouc.