Maria José Sousa O IMI no Porto Santo é um dos mais altos da Madeira, um verdadeiro absurdo nos últimos anos. A minha casa foi construída há 55 anos e o IMI em princípio era pago numa só prestação, depois passou para duas e este ano, pela primeira vez, passou para três prestações. Roubar não é só meter as mãos nos bolsos das pessoas. Os madeirenses começam a pôr as suas casas à venda. É só contá-las desde a vila até à Calheta, o que dá para pensar. Os próprios portosantenses queixam-se das suas ‘magras reformas’ e interrogam-se onde irão arranjar dinheiro para pagar o IMI das suas modestas casas. As Câmaras, segundo dizem, precisam de arranjar dinheiro mas não vamos ser nós as vítimas. Uma ideia à Câmara para poder diminuir o IMI seria reciclar os resíduos como tantas já o fazem. As eleições estão à porta e não se admirem de surpresas.