C. Sousa Rua Imperatriz D. Amélia, 74, é aqui que se situa, é aqui que se gere uma pequena equipa de funcionários que diariamente são vigiados desde a Rússia por uma câmara de vídeovigilância, e portanto não têm como falhar com as suas obrigações. Perante isto, como é que um Russo que por acaso é o dono do referido restaurante e apesar de raramente estar na Região mas sim no seu País, reúne e trata de todos os assuntos com os funcionários através do tão “prestigiado SKYPE”, uma vez que é RUSSO e não fala nem entende rigorosamente nada da nossa língua, precisa por isso de um tradutor, que por acaso também é russo. Este senhor empresário, há sensivelmente 3 meses, contactou um chefe de Cozinha, apresentou-lhe uma proposta e este concordou, ficando a aguardar pelo contrato de trabalho que tardou muito em chegar. Quando chegou não correspondia de forma alguma ao que previamente tinha sido acordado, pelo que o referido Chefe questionou o conteúdo do contrato sobretudo no que dizia respeito ao valor mensal a receber, que era apenas metade do valor acordado. O restante, foi lhe dito que poderia ser pago por fora... É assim o procedimento deste senhor empresário no que diz respeito ao pagamento dos funcionários. O Chefe de cozinha não concordando com este senhor empresário, comunicou que no final do mês deixaria de trabalhar neste “Sítio” ao que o RUSSO não se opôs. Trabalhou até dia 27 de Abril, dia 28 gozou a única folga do mês e dia 29 e 30 foi dispensado, e logicamente sem ser remunerado estes 2 dias. Dia 7 de Maio após alguns contactos telefónicos dirigiu-se ao referido restaurante na presença do empresário, que entretanto chegou à Região, para receber o valor dos 26 dias de trabalho prestado no mês de Abril. Só que este lhe respondeu que não tinha nada a pagar. Teve durante 26 dias um Chefe de Cozinha com provas dadas na Região a trabalhar de borla. Aqui fica o ALERTA. O trabalhador Madeirense merece RESPEITO.