Em tempo de “vacas magras” as apostas para a época que se advinha têm de ser acertadas. Vamos valorizar os ativos físicos, materiais e humanos. Vamos valorizar os aspetos comuns às equipas que sobreviveram à eliminação voluntária ou involuntária das participações nacionais, onde para alguns tiveram custos elevados e “não-reembolsáveis” e para outros será um fechar duma porta que nunca mais se irá abrir. Desejar um projeto credível para o futuro de amanhã é ser hipócrita mas, a tarefa dos iluminados dirigentes desportivos passa por tomar as decisões de “venda nos olhos”… e o tempo escasseia. Impera um contato formal das entidades competentes com as equipas que serão representativas da Região nas competições amadoras para a próxima temporada, para traçar o melhor percurso a percorrer e não permitir a criação de ilusões nos diferentes sectores. Vamos valorizar os ativos… Valorizar as representações que terminaram com a maior dignidade, independentemente da classificação, pois essa foi secundarizada face às circunstâncias. Auscultar as opiniões, válidas, dos “timoneiros”, para que se crie uma concertação comum para não cairmos no marasmo e perder a oportunidade de “estar lá” e dizer presente. Gostaria de enaltecer o treinador Ricardo Faria, amigo e aluno da “universidade de São Roque”, como carinhosamente apelidamos o nosso clube, pelo reconhecimento da SIC e da CARAS prestada pelo trabalho realizado em prol da sua modalidade que é o Ténis de Mesa. Ficou ele mais valorizado, ficou o Clube Desportivo São Roque, a modalidade e a Região, por isso merece a atribuição de uma distinção, por aclamação, dada pelo reitor.

Marcelo Gouveia