A ideia de manter no Governo os mesmos titulares – do PSD – é justificada por Miguel Albuquerque “dada as circunstâncias e a necessidade de termos um Governo que actue o mais rapidamente possível, é necessário ter secretários com experiência já dentro dos dossiers, tanto mais que temos neste momento que dar continuidade à execução dos fundos comunitários, quer ao PRR, cujos concursos já estão lançados para os lares, para os cuidados continuados, e também para outras áreas do Ambiente, designadamente na hídrica, e também porque é fundamental neste momento que o Governo actue logo a partir do primeiro dia do exercício das suas funções”.

Argumentos apresentados aos jornalistas pelo presidente indigitado do XV Governo Regional, à saída do Palácio de São Lourenço, após a entrega formal, ao Representante da República, o juiz conselheiro Ireneu Cabral Barreto, da composição do XV Governo Regional da Madeira, na sequência dos resultados das Eleições Regionais antecipadas de 26 de Maio, que deram a vitória ao PSD sem maioria absoluta.

Miguel Albuquerque confirmou as poucas alterações propostas.

“Entreguei a composição do Governo ao Sr. Representante da República. Basicamente, nós reduzimos uma secretaria que é a saída do secretário do CDS, da Economia, e o Governo fica com sete secretarias, com as atribuições que estavam consignadas no anterior Governo, com a seguinte excepção: a Economia passa para o Turismo e para a Cultura, fica Eduardo Jesus com a tutela, com excepção do IDE. O IDE sendo um instrumento financeiro passa para as Finanças – Rogério Gouveia. Relativamente às Pescas, passa para a Secretaria da Agricultura e do Ambiente, e os portos – APRAM - ficam sob a tutela do Equipamento Social, de Pedro Fino”.