A gestão do alojamento estudantil na Universidade da Madeira atravessa um período de transição marcado por constrangimentos temporários, decorrentes da expansão e reabilitação do parque habitacional do estabelecimento de ensino superior.
Embora a reabilitação da Residência da Rua da Carreira registe um desfasamento em relação ao calendário inicial, aliás conforme já tinha noticiado o DIÁRIO, com a inauguração apontada para Novembro, o reitor Sílvio Fernandes, à margem da cerimónia de abertura do ano académico, que decorreu esta tarde de quinta-feira, garantiu que a infraestrutura, com capacidade para 180 camas na Quinta de São Roque, está a ser gerida de perto para mitigar o impacto junto dos alunos.
No total, a universidade planeia duplicar o número de camas disponíveis nas suas residências, um esforço considerado essencial face aos custos das residências que deverão aumentar, segundo estimativa do reitor, cerca de 13 a 14 euros por ano para cada estudante.

