'25NOV´75 – Portugal
entre a Utopia e a Liberdade' é o tema da II conferência organizada pela Câmara
Municipal de Câmara de Lobos, que assinala a movimentação militar de 25 de novembro de 1975, por partes das Forças Armadas Portuguesas, que conduziu ao
fim do Processo Revolucionário em Curso (PREC) e à estabilização da democracia
representativa em Portugal.

A primeira
intervenção, 'O 25 de novembro – O antes o durante e o depois', será da
responsabilidade do empresário madeirense, João Abel de Freitas. O também colunista do Diário de Notícias da Madeira cumpriu o serviço militar
obrigatório no período da Guerra Colonial, tendo feito parte da Comissão de
Serviço da Ex-Província Portuguesa de Guiné, onde foi oficial com a
especialidade de "Ranger”. Após o serviço
militar, retoma a sua actividade profissional. No entanto, após o 25 de Abril,
regressa novamente ao serviço militar, tendo sido convidado a formar uma
Companhia de Intervenção. Neste período esteve ligado ao Movimento do 25 de Novembro.

A segunda intervenção
ficará a cargo de Ricardo Vieira, advogado e dirigente histórico do CDS-PP
Madeira, que versará sobre 'Separatismo ou Anti-Comunismo? O caminho para o 25
de Novembro nas Regiões Insulares'.

A última intervenção
caberá a Sebastião Bugalho, colunista do jornal Expresso e comentador político
da SIC Notícias. Defensor do jornalismo como pilar da democracia, Sebastião
Bugalho é uma das mais proeminentes vozes da sua geração. Com convicções de
direita, é apaixonado pela causa pública e pelo comentário político. As suas
análises e comentários marcam a actualidade nacional, sendo no momento um dos 'opinion-makers' de maior influência no nosso país.

A moderação do painel ficará a cargo de Paulo Miguel Rodrigues. Doutorado em História
Contemporânea pela Universidade da Madeira é Coordenador do Centro de
Investigação em Estudos Regionais e Locais. É especialista e realiza
investigação no âmbito da História Política e Institucional dos séculos XIX e
XX, da História da Autonomia da Madeira. Entre as suas actuais linhas de
investigação podem destacar-se o estudo da Autonomia da Madeira e a inserção
histórica do arquipélago madeirense no espaço atlântico português.

A participação é
livre e não carece de inscrição prévia.