Pedro Calado entende que não faz
sentido duplicar apoios e fazer “concorrência” ao governo regional na política
de aquisição de manuais escolares para o ensino secundário e, por essa razão, a
reunião de hoje da Câmara Municipal do Funchal, reprovou a proposta dos vereadores sem pelouro, que
pretendia a extensão da atribuição de manuais escolares até ao 12º ano.

Entendo que os apoios devem ser
complementares. Não faz sentido existir uma duplicação, ao arrepio de uma
estratégia regional que está delineada e a ser implementada.
— Pedro Calado, presidente da CMF

Pedro Calado, disse que esta
proposta configurava uma duplicação dos apoios, uma vez que o Governo Regional
já o faz. “Numa altura em que estão a ser introduzidos os manuais digitais e
que o GR vai fazer gratuitamente para o ensino secundário, não
faz qualquer sentido fazermos a mesma coisa”, reforça. “O que faz sentido é reforçar as ajudas em material escolar,
chegando esses auxílios a quem realmente precisa”, complementa.
Apoios cujo reforço deverá ser materializado pela Câmara do Funchal já
no próximo ano lectivo.

A reunião de Câmara de hoje, por
ser a última do mês, foi pública, tendo os vereadores decidido agendar uma
Assembleia Municipal extraordinária, para o dia 12 de Julho, a fim de discutir
e aprovar a proposta de entidades e individualidades que serão distinguidas no Dia
da Cidade, a 21 de Agosto, nomes esses que já foram aprovados em reunião do
executivo, na semana passada.