O NAFRAM -
Núcleo de Árbitros de Futebol da RAM promoveu, na segunda-feira na Escola Secundária
Horácio Bento Gouveia, no Funchal, um evento que reuniu a maioria dos
treinadores das equipas seniores que irão participar no Campeonato de Divisão
de Honra Regional e Campeonato Regional de 1.ª Divisão.
A iniciativa teve
como objectivo esclarecer os dirigentes desportivos sobre as alterações às leis
de jogo e que contou com o contributo do treinador do CS Marítimo, João
Henriques.
Este evento que
teve como lema 'O Espírito do Jogo: Formar, Atuar e Querer Jogar', aludiu à
necessidade de todos os intervenientes da competição regional conhecerem um
pouco mais sobre as leis do jogo e alterações em vigor para esta nova época,
“num processo de crescimento e aprendizagem”, e que teve como objectivo final
“cultivar o espírito de fair-play num desporto que queremos cada vez mais
'correcto' e 'limpo' de forma a atrair cada vez mais adeptos aos estádios da nossa
Região”, sublinhou o presidente do Núcleo, Pedro Viveiros.
O programa
englobou ainda uma sessão de esclarecimentos sobre as alterações às Leis do
Jogo e um fórum de discussão sobre a gestão dos bancos/ comportamento dos
intervenientes e o tempo útil de jogo.
Num painel composto por João Henriques
(treinador de Futebol do CS Marítimo), Marco Ferreira (ex-árbitro internacional
e actualmente a desempenhar funções formativas na F.P.F.) e Anzhony Rodrigues
(árbitro da segunda categoria nacional (C2)), com a moderação a cargo de
Fabrício Rodrigues (ex-jornalista e treinador de Futebol nas camadas jovens da
A.D. Pontassolense).
Pedro Viveiros, do NAFRAM - Núcleo de Árbitros de Futebol da RAM, destaca que “é essencial diminuir a distância entre os árbitros e os
treinadores da Região, pois são elementos essenciais ao bom funcionamento desta
modalidade na Madeira. Nesse sentido, essa iniciativa além ser uma importante
formação para todos os agentes desportivos é um espaço de reflexão sobre aquilo
que não queremos na nossa Região”.
“Queremos
estádios cheios a vibrar com a emoção do jogo e não campos vazios fruto de maus
comportamentos por parte dos pais e dirigentes de futebol. Tal desígnio é uma
obrigação de todos, árbitros e treinadores”, concluiu.
