“A telesaúde e a telemedicina são um vector estratégico da
política regional, com benefícios diretos para todos os cidadãos e,
simultaneamente, potenciadoras da qualidade dos serviços de saúde prestados. Em
harmonia com o Programa do XIII Governo Regional da Madeira, a integração
destas soluções digitais é uma das prioridades que tem vindo a sido prosseguida
pelo Governo Regional para responder aos grandes desafios em saúde, para a
melhoria da resposta às necessidades da população, utentes e profissionais de
saúde”, refere uma nota emitida, esta tarde, pela Secretaria Regional de Saúde.
A entidade que tutela a saúde aponta que, os últimos tempos,
marcados por uma pandemia, demonstraram que a integração plena destas soluções
no sistema de Saúde possibilita a prestação de cuidados de saúde à distância
com qualidade.
A pandemia COVID-19 acentuou ainda mais a necessidade de
soluções de telesaúde e telemedicina no Serviço Regional de Saúde, um caminho
que já tinha sido iniciado na RAM, em 2017, “através da implementação de um
sistema de teleurgência a partir do Centro de Saúde do Porto Santo com Serviço
de Urgência Hospitalar do Funchal, permitindo a partilha do processo clínico do
utente entre uma unidade de cuidados diferenciados e o Centro de Saúde”.
Posteriormente, continua
a informação da SRS, no âmbito do projeto ICU4Covid realizado em parceria com o
UNINOVA, Faculdade de Ciências e Tecnologia, em 2021, foi instalado um
dispositivo nas salas de emergência do Centro de Saúde do Porto Santo, da
Calheta, de São Vicente e de Machico, através do projeto de telemedicina ‘Mona’
que permitiu observar os doentes em tempo de pandemia com maior segurança.
“Estes foram os primeiros passos na transformação digital da
saúde na RAM, uma aposta que Governo Regional está firmemente empenhado e que
vai continuar a investir, nomeadamente através das verbas do Plano de
Recuperação e Resiliência (PRR), no qual 15 milhões de euros são afetos à
digitalização”, concluiu o documento.

