As cadeias de transmissão na Madeira têm estado “mais ou menos estáveis”, explicou o delegado de saúde do Funchal, Maurício Melim, em conferência de imprensa. O número ronda as 90 cadeias com mais de dois casos positivos associados. "Gostaríamos que o
número de casos diminuísse de uma forma mais significativa e quando
observamos as duas últimas semanas há um decréscimo", acrescentou.
Desse ponto de vista, Maurício Melim destacou o facto do Sistema Regional de Saúde conseguir identificar com mais precisão os contactos de casos positivos.
"Desse ponto de vista vão continuar a surgir casos
positivos, porque nós não vamos parar enquanto conseguirmos isolar o máximo de
pessoas. Se repararmos, hoje há um acréscimo na ordem dos 10% relativamente ao
número de casos, que tem a ver também com várias situações que estão pendentes
ao longo da semana e que de repente são desbloqueados os resultados, quer no público,
quer no privado, onde cada vez mais se estão a fazer testes. Não sei se tem a ideia, mas os testes rápidos têm tido um
aumento muito significativo e os testes rápidos de antigénio têm levado depois a uma
investigação mais profunda. Diria que ainda bem, porque estamos a identificar
casos, a isolar mais cadeias e essas próprias cadeias estão a ser mais conhecidas", congratulou-se.
