Boa noite!
A dois meses do dia de festa surgem prendas antecipadas em
diversos quadrantes. Aproveitem até porque a crise mundial vai ter efeitos
colaterais sem precedentes. Este ano vão faltar brinquedos, gadgets e sapatilhas.
O jornalista madeirense Filipe Santos Costa explica tudo no artigo “A
tempestade perfeita: sem matérias-primas, sem energia e sem contentores” que
pode ler aqui.
Nem de propósito. A Associação Portuguesa de Imprensa lançou
hoje uma campanha digital de combate à iliteracia. Esta campanha está inserida
na semana da Global Media and Information Literacy Week 2021 e visa alertar os cidadãos
para a importância da leitura de notícias
escritas por jornalistas e em sites de jornais.

Prefira os factos e perceba de uma vez por todas que um dia, porventura
mais depressa do que julga, a informação certificada fará toda a diferença, mesmo
que por agora se divirta com a ficção e dê cobertura miserável à pirataria.
Voltando à realidade, por razões alegadamente orçamentais os políticos
tudo fazem para provocar eleições antecipadas, mesmo que alguns não tenham definido o rumo, nem arrumado a
casa nos habituais congressos nacionais. O CDS fá-lo-á em Novembro e o PSD em
Janeiro. Mas é à esquerda que as conveniências chegaram aparentemente ao fim.
Era uma vez uma gerigonça, a menos que alguém se lembre que a desesperada tentativa de sobrevivência da esquerda
umbiguista poderá terminar em naufrágio.
Como dificilmente haverá milagres, muito menos com descrentes na
peregrinação, na Região os repentistas salivam com o anunciado chumbo do Orçamento.
Sem jeito para negociações, nem para a diplomacia, esbanjam oportunidade para
jogar cartada decisiva em nome dos superiores interesses madeirenses. Com tanto
assunto pendente e engavetado, da mobilidade à saúde, há quem prefira perpetuar
o contencioso em vez de tentar entendimentos.