A deputada Sara Madruga da Costa, que hoje representou o PSD/M no encerramento do IX Congresso Regional do PS-Madeira, começou por discordar da “alternativa
aclamada” pelo socialistas, afirmando que esta reunião "nada trouxe de novo".

“Foi mais do mesmo e
apenas serviu para recordar tudo aquilo que vem sendo dito pelo PS, ao longo
dos últimos anos (...) Serve de pouco
falar nas pessoas, se não tivermos consistência no projecto e no rumo que
queremos seguir, assim como serve de pouco falar nas pessoas se, nos momentos
decisivos, votamos contra elas, como acontece constantemente em Lisboa, pelas
mãos dos socialistas madeirenses”.

A social-democrata destaca que a "falta de solidariedade do Estado para com a Madeira em tempo de pandemia" não mereceu, neste congresso, “uma única palavra".

"Nem uma palavra sobre o que realmente o PS pretende,
para além das frases feitas e dos chavões a que já estamos habituados, para o
futuro”.

Sara Madruga da Costa remata afirmando que,
ao contrário do que o líder do PS afirmou, “os madeirenses não querem um partido subserviente a Lisboa, um partido que não tem uma posição firme na
defesa da Região perante o Governo da República e a Europa e, muito menos, um partido que tem falhado em toda a linha na sua governação autárquica e que,
neste congresso e desvalorizando o poder local, esteve mais preocupado em
apontar baterias para 2023”.