A mulher de 55 anos que foi detida no aeroporto da Madeira na posse de heroína, trazia os 10 quilos de droga dissimulada na mala de viagem.

O produto estupefaciente estava ocultado no interior da mala entre
os bens pessoais da passageira que fez o teste da Covid-19 em Lisboa antes de
embarcar com destino à Madeira, revelou a inspectora-chefe do Departamento de
Investigação Criminal da PJ do Funchal, Sofia Vieito.

A detenção da mulher, residente há alguns anos em Lisboa, ocorreu
na madrugada de domingo na zona das chegadas do aeroporto da Madeira. A par dos
10 quilos de heroína, suficientes para perfazer 120 mil doses individuais, a PJ
apreendeu também cerca de 800 euros em dinheiro e quatro telemóveis.

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Conforme noticiámos, a Polícia
Judiciária, através do Departamento de Investigação Criminal da Madeira, no
âmbito do combate ao Tráfico de Estupefacientes, desencadeou – no passado fim
de semana – a Operação Pico Ruivo, após uma investigação de quatro meses, que visou
o desmantelamento de um circuito relevante, de abastecimento de droga à RAM.

Foi detida uma mulher de 55 anos, residente na Região da Grande Lisboa, em
flagrante delito, na posse de cerca de 10 quilos de heroína, momentos depois de
ter desembarcado no Aeroporto da Madeira, sendo esta a maior apreensão de
heroína.

A detida foi presente às Autoridades Judiciárias competentes, para
interrogatório e aplicação de medida de coacção, tendo-lhe sido aplicada a
medida de coação de prisão preventiva.

As investigações prosseguem a cargo da Polícia Judiciária.