O presidente do CAB Madeira, Pedro Freitas, e o treinador da equipa sénior masculina, João Paulo Silva, juntaram-se esta tarde em conferência de imprensa, com o intuito de “defender a honra e o bom nome” da colectividade, que consideram terem sido postas em causa por declarações feitas por agentes de outras modalidades.
Na oportunidade, Pedro Freitas lembrou o percurso de 40 anos de vida do CAB, assente num palmarés e num currículo incontestável, tanto a nível nacional, como no plano internacional. “Temos tido inúmeros títulos nacionais, imensas participações europeias e achamos que tem sido feita passar uma mensagem, por parte de outras modalidades e entidades, de que o CAB não tem mérito naquilo que faz”, referiu o dirigente, sublinhando que esta “não é uma questão nova, mas chegou ao ponto de dizer basta”.
Sem nomear os destinatários desta sua resposta [mas que serão elementos do Madeira Andebol SAD, nomeadamente o seu treinador Paulo Fidalgo], o presidente do CAB lembra que, nos últimos anos, “desde que esta direcção tomou posse, temos sido bombardeados com várias acusações de que não existe mérito desportivo naquilo que o CAB faz, de que o CAB tem menos atletas do que outras modalidades, de que o CAB ganha menos jogos do que outras modalidades, e nós não aceitamos isso, nem aceitamos lições de ninguém”.
O treinador João Paulo Silva, por seu lado, veio a público corrigir algumas afirmações efectuadas pelo treinador do Madeira Andebol SAD, que em seu entender “puseram em causa a minha acção profissional”.
O técnico madeirense sublinhou que o CAB, nos últimos seis anos, conquistou 96 vitórias e não 77 como terá afirmado publicamente Paulo Fidalgo. “É uma inverdade”, sublinha João Paulo Silva, lembrando que, para além da presença numa final da Taça de Portugal e numa Supertaça, para além de ter garantido “por duas vezes - e deixem-me frisar - o direito desportivo de participar numa competição europeia”, esclarecendo que essa participação não aconteceu porque “não tínhamos recursos financeiros”.
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