O Início: “Pretendemos dar palco ao talento e fazer a semana da moda do Funchal com 95% de talento regional...”

Em Maio de 2017 dissemos - SIM, VAMOS CONSEGUIR!

A moda, arquitetura, artes plásticas, cinema, imprensa, jogos de video, música, publicidade, televisão, turismo e desporto... são indústrias que possuem o factor comum de se caracterizarem não somente pela criatividade, mas também na estética do processo de produção e criação e no lazer no processo de consumo.

Quando qualificada como indústria, a moda caracteriza-se por duas finalidades, tanto como atividade económica, como atividade artística.

A indústria da moda é uma atividade económica muito importante. O consumo desta indústria no mercado internacional representa 6% do consumo mundial, a par de outros sectores industriais, tais como o automobilístico e o das telecomunicações.

Além da sua importância como atividade económica, a moda apresenta singularidades entre a arte e a indústria. Onde quando nas capitais dos desfiles de moda, Nova Iorque, Paris, Milão, Madrid, Londres, Lisboa e agora o Funchal, criadores de moda deslumbram o seu talento artístico e as indústrias diariamente debatem decisões pertinentes para o mercado, como preço de venda, localização de fábricas, canais de distribuição, campanhas publicitárias. Decisões não muito diferentes das demais indústrias noutros sectores. A indústria da moda possuí também entrada pertinente nas industrias da cultura em geral, ocorrendo isso por via da sua importância económica e devido aos diversos eixos económicos e sociais que atinge. O estudo da cultura e bens culturais está ligado ao surgimento das indústrias criativas, centrado na sociologia esse estudo da “cultura” deu início em França e na Alemanha.

O estudo das formas culturais e das indústrias culturais constitue-se como um campo de pesquisa dinâmica, definindo como as principais características das indústrias criativas aquelas que são relacionadas com a arte e a media. Num primeiro momento, o design e a moda não se encontram dentro desse eixo de indústria. Os conceitos de indústria criativa e cultural confundem-se devido à gama de setores que podem ser atingidos.

“As indústrias que têm nas suas origens na criatividade, habilidade e talento individuais e que têm um potencial de criação de riqueza e empregos por meio da geração e exploração da propriedade económica.”

A moda é assim em muitos aspectos, um “factor social”. Capaz de transformar objetos inertes em objetos portadores de status e diferenciação social, expressos através da forma, cor ou marca.

As Oportunidades:

É fundamental “agarrar” o “capital cultural criativo” que saiu do FFW, com 95% de talento regional, Criadores, Modelos, Designers, Maquilhadores, Cabeleireiros, Aderecistas, Técnicos, Bookers, Produtores... que responderam ao desafio e demonstraram que era possível realizar o que muitos julgaram impossível.

É tempo de acreditar, de sonhar e de percebermos que com os talentos que nos rodeiam podemos construir um presente melhor, feito com uma nova imagem desta Madeira produtora de talento. A hora chegou em tom de desafio para crescermos juntos. As oportunidades estão aí ao virar da esquina e a audácia premiará os corajosos que não tiverem medo de arriscar. Chegou a altura de mudar o paradigma e de concretizar objectivos. O primeiro passo está dado, é preciso acreditar que é possível sair da nossa zona de conforto e ir à luta.

Como dizia um pensador da nossa praça, “a diferença entre um louco e um génio, reside na sua capacidade de concretizar o seu objectivo.”

O Fim: Em Setembro de 2017 dizemos - SIM, CONSEGUIMOS!

A todos os que o tornaram possível, Obrigado!

Até para o ano.