Em 2016, o número de crianças e jovens em risco acompanhadas pela Segurança Social rondava os 600. Hoje são apenas 440 processos, informou a Secretária Regional da Inclusão e Assuntos Sociais, Rubina Leal, durante a abertura do seminário ‘Infância e Juventude: que arquitectura para a RAM?’, que teve lugar nesta quinta-feira (22 de Junho), pelas 9 horas, no auditório do Instituto de Segurança Social da Madeira.
A governante atribuiu a diminuição do número de casos de risco (menos 200 relativamente ao ano anterior) a uma intervenção precoce e constante dos técnicos da Segurança Social junto das famílias e crianças visadas e sublinhou a necessidade de “reforçar os recursos humanos, no sentido de aumentar e melhorar a qualidade” dessa intervenção (situação esta que tem sido condicionada por limitações financeiras).
“Nós não podemos intervir junto de famílias, não podemos intervir junto de crianças e de jovens, não podemos fazer acompanhamento, sem termos formação específica e constante”, acrescentou Rubina Leal.
O seminário ‘Infância e Juventude: que arquitectura para a RAM?’ teve como principal objectivo a capacitação e especialização dos técnicos da Segurança Social, encarregues de supervisionar e intervir junto das famílias e jovens tutelados pela Lei de Promoção e Protecção das Crianças e Jovens em Risco.

