Vem aí o Orçamento Regional/2018 e como prometido no artigo anterior vou apresentar algumas - se forem úteis fico satisfeito, porque exerci um dever/direito de cidadania - sugestões.

O ideal seria eliminar todas as restrições impostas - se é possível - pelo PAEF e o artigo termina aqui.

No entanto e pensando que tal desiderato neste momento não passará de uma legitimidade, mas com poucas probabilidades de acontecer na totalidade, vou de uma forma cronológica e que espero - para que não existam recuos sempre desagradáveis a curto prazo - sustentada, apresentar a opinião de um cidadão anónimo.

1º - O ideal seria o que popularmente se designa por uma “geraldinha”, ou seja, uma redução intercalar de todos os impostos.

2º - Optar por reduzir alguns impostos - o IRS estaria na 1ª linha, porque abrangeria uma larga faixa da POPULAÇÃO, contribuindo para um aumento do poder de compra, que em cascata proporcionaria maior consumo e aumentaria as receitas do IVA e do IRC - em 2018.

3º - As receitas geradas no IVA e no IRC pelos aumentos no consumo poderiam contribuir para uma redução nestes mesmos impostos já em 2018, ou em 2019 com o mínimo de sobressaltos.

4º - Como equilibrar a Balança Comercial? Para isso é necessário incrementar as exportações e como? Somos um mercado pequeno - não tendo massa crítica para obter economias de

escala - temos que primar pela diferenciação em tudo o que for possível a nível da inovação através da UMA e dos serviços, a ACIN é um excelente exemplo, para além dos produtos tradicionais: Vinho, Banana, Anona, Maracujás, Bordados, Poncha, etc. e que possam gerar mais-valias importantes para o equilíbrio da Balança Comercial.

Enfim ..., o artigo já está longo e fico por aqui.

José Ilídio Baptista Martins