É lamentável que o tema do Novo Hospital esteja a servir para um pingue-pongue de politiquice barata, por parte dos partidos de esquerda que apoiam a maioria na República.

Depois de se dizerem todos defensores da construção de um Novo Hospital na Madeira; de se dizerem a favor de que este fosse considerado como Projeto de Interesse Comum, quando chamados a concretizarem em ações o que diziam, foi o que vimos.

No Orçamento de Estado para 2017 recusaram inscrever qualquer verba para este investimento! Antes pelo contrário, votaram contra propostas concretas de colocação de valores afetos a esta obra!

Confrontados com o facto de o Governo Regional da Madeira ter dado os passos concretos para apresentar uma candidatura, no tempo certo e com os elementos exigidos, tentaram bloquear o andamento do processo, recorrendo a expedientes burocráticos que, felizmente, falharam.

A Região terminou, em 2016, a revisão do programa funcional do Novo Hospital e em meados deste ano terá já finalizado o projeto. Perante isto, a esquerda aumentou o volume da gritaria!

Agora, mentem descaradamente, para tentar ocultar a sua falta de capacidade para contribuir com soluções.

Mentem e baralham os custos de hospitais nacionais a serem construídos, tentando comparar com os apresentados para o da Madeira. Atiram para o ar valores sem IVA e sem equipamentos só para tentar enganar os Madeirenses.

Essas aldrabicezinhas, já foram desmascaradas.

Não enganam ninguém. No Orçamento de Estado para 2017 ficou escrito que o apoio a prestar corresponde a “metade da despesa relativa à obra de construção do Hospital Central da Madeira”.

O Projeto apresentado pela Madeira tem um custo total de 340 Milhões de euros (valor com IVA, equipamentos hospitalares, expropriações, etc) dos quais, 195 Milhões são para a construção.

Quererá isto dizer que a esquerda da Madeira está contente (satisfeita) com metade da obra? Com menos de meio Hospital?

Não! Meio Hospital não serve aos Madeirenses e Portosantenses. Muito menos metade, apenas da construção!