Miguel M. Exmo. Sr. Presidente Miguel Albuquerque, já não é a primeira que me dirijo a si e, como não consegui qualquer tipo de resposta, volto a me dirigir assim e espero que desta vez tenha impacto. “(1) aproximar a política dos cidadãos “; “(8) gerar soluções capazes de construir verdadeiros compromissos que beneficiem os interesses futuros da nossa população.”. Estes dois pontos que acho “politicamente correto bonitos” retirados do Programa Do Governo depois da sua eleição deveriam de ser postos em prática a cada cidadão que se queira ouvir para o primeiro ponto, e para o segundo ponto “beneficiar os interesses futuros da nossa população”que é neste momento a situação exposta nesra carta aberta. Falo mais dos transportes “públicos”, para ser mais preciso o preço dos autocarros (SAM, Rodoeste, Horarios do Funchal). Não sei qual é o critério de definição dos preços mas com toda a certeza não é beneficiar a população com os preços praticados altíssimos, em bilhetes diários, passes (estudantes ou idosos). Há muita carência nestes transportes que se dizem públicos, viste que há detentores deste monopólio (SAM- Zona Sul da Madeira; Rodoeste- Zona Norte) e aqui não há conflitos de interesses. Como sabe Sr. Presidente aqui não há concorrência e onde não existe concorrência o Estado têm que intervir para que esta mesma seja justa e beneficie uma população que muitas vezes necessita destes tipos de transportes seja estudante ou reformado, e mesmo a população em geral, é um transporte que deve ser regulado pelo Estado. Não sei se sou o único a pensar que o preço dos autocarros é um absurdo mas quem ler esta carta vai reflectir que o preço praticado a nível de passes e bilhetes é descomunal e retrógrado. E é isto que peço, uma reflexão e discussão acerca deste tema. Espero que leia mais jornal do que os emails que envio para o seu gabinete, Obrigado.