Lucília Ferreira Gostaria de expressar a minha opinião, sobre uma carta de leitor publicada no D.N.de 24/6/2016 cujo título é : “Quanto mais conheço o homem… Foi uma carta que me sensibilizou e me deixou triste, apesar de não ficar admirada. Há tempos, li uma, de teor parecido, de um rapaz, que se queixava de uma situação semelhante em Santa Luzia: Ele foi atraído, pelo miado fraco de um gatinho, que possivelmente alguém atropelou e abandonou, o desinteresse de quem passava, a falta de meios, de quem quer ajudar os animais: Bombeiros, Spad, Associações, Câmaras Municipais e tudo o mais. Muito reprovável a atitude dos bombeiros. Não poderiam pelo menos ficar com o animal doente, até a manhã seguinte? E porque tanta demora na resposta? E as pessoas que nada podiam ajudar? Talvez pudessem … se fossem gratificadas… A verdade é que apesar da lei ter mudado, os animais estão mais desprotegidos, quando acontecem situações destas. Há anos atrás, num caso destes, a Spad recebia os animais e havia serviço nocturno. Neste momento, quem se depara com isto e que ajudar, fica num dilema muito grande, ainda mais à noite. Há que resolver esta situação : Cabe às entidades responsáveis a resolução do problema, pois isto assim, não pode continuar. Os animais feridos” Têm” de ser socorridos. E como não basta criticar, deixo aqui algumas soluções: 1º Coloquem câmaras de vigilância nas estradas. Quem for apanhado a atropelar um animal, deverá ser responsabilizado por tal e pagar o tratamento, no mínimo. 2ªCriação de uma lista de voluntários, que se ofereçam para ajudar em situações destas, onde constem seus nºs de telefone, para que a pessoa possa pedir ajuda. Já se vê por aqui, que muitas vezes as associações não são suficientes, para solucionar todos os casos… Talvez me dirão, que para serem colocadas câmaras de vigilância, será preciso dinheiro. Multe-se com pena pesada, quem for apanhado a conspurcar a via pública: Alimento animais de rua. Também já vi muitos serem atropelados por criminosos que os abandonam. Onde coloco a comida, tenho o cuidado de deixar o local limpo. Mas reparo, que certos humanos pensam, que o local onde se coloca comida para animais errantes, é local de lixo e então, toca a jogar para aí beatas, garrafas de plástico, papeis etc,. À D. Lurdes Ferreira o meu apreço. E sim, ofereço-me com voluntária …