Juvenal Fernandes Silva Não tem muito tempo que temos ouvido e assistido a informações acerca do nosso Papa Francisco e não é fácil descrever em meia dúzia de linhas aquilo que nos vai na alma. A última informação dizia que o Papa estava praticamente sozinho e sem ter o apoio de grandes figuras que habitam o Vaticano ora tal notícia choca-nos um pouco pois reconhecemos o perfil e a grande obra atribuída á pessoa que é o Papa Francisco, já há muito tempo que não tínhamos um Papa com esse perfil e que quando foi apresentado o seu curriculum acerca dele chegamos á conclusão que o Vaticano finalmente tinha encontrado um bom pastor para chefiar os destinos da igreja. Convém não esquecer que a igreja romana nesse caso o Vaticano é uma igreja que foi criada por São Pedro e cujo destino é para estar ao serviço dos pobres, dos carenciados, dos que sofrem e dos que mais precisam não convém pensar ao contrário e querer que o Vaticano é uma potência de outro género para seguir os caminhos de Cristo só se chega precisamente onde Deus desempenhou o seu apostolado na Terra que foi ao lado dos pobres e dos que mais precisam. Ora ir para um seminário ou outras instituições tem de ser por vocações, pessoas que querem verdadeiramente seguir os caminhos que Deus impõe e que por vezes não é fácil, é uma escolha que traz bastantes sacrifícios. O Papa Francisco desde os seus tempos de missionário conhece a realidade do que é a vida entre o ter e o não ter, pois o missionário cuja missão é uma pessoa colocada ao serviço de outras para ajudar quem precisa, conhece a realidade da miséria e da fartura, o que nos leva a crer que o Papa Francisco foi a pessoa indicada para chefiar o Vaticano. Convém lembrar que o Papa não foi escolhido por votos, foi sim escolhido por Deus, pois convém irem acreditando que por cima de nós ainda há muita coisa. Há pessoas que estão convencidas que só se vive uma vez, mas estão completamente enganadas, porque até de uma vida trabalhamos para outra que vem a seguir e em todas elas desempenhamos uma missão na Terra que mais tarde é que entendemos, convém lembrar que neste mundo, todo é nosso e nada nos pertence, os bens terrenos são dados ao feitor que somos nós para os explorar e dividir com os nossos filhos e não só mas quando partimos os bens são devolvidos ao seu senhorio, pois o céu e a Terra pertencem a Deus, portanto Deus não os vende. Numa hora temos tudo e nos minutos seguintes não temos nada, essa é a chamada que Deus nos faz dizendo que o tempo terminou para esta, entre a morte e a vida é uma porta que se fecha e outra que se abre, convém nunca esquecer e se lembrar da multiplicação dos pães por altura do sermão da montanha e o que se explica é aceitarmos os outros seres humanos como pessoas igual a nós e partilhar com eles alguns dos bens que Deus nos deu e que a nós não fazem falta, mas que é tão importante para os outros, muito se poderia escrever sobre esta matéria que é tão vasta, não devemos em maneira alguma marginalizar todos aqueles aflitos que fogem do seu país em guerra á procura de socorro, lembrem-se que Deus está sempre ao lado dos que mais precisam e está com eles, não os aceitar é como não aceitar a Deus. O Papa Francisco vem desempenhando um papel importante na igreja seguindo os caminhos de Deus e por isso é um Papa muito amado e respeitado por todos nós e merece o nosso total apoio, pois bem haja Papa Francisco que Deus o ajude a cumprir a sua missão.