Manuel Antonio Costa Marinho Poucos terão sido os momentos na minha história, e se vai acumulando incertezas que se vai passando na vida das pessoas, e na minha no desemprego igual. À um ano atrás estava empolgado e envolvido e acreditando no projecto em que o candidato a presidente da Região da Madeira, mas logo vi que nada ia mudar onde escrevo um artigo que era muitas mudanças na nova secretaria dos Assuntos Sociais da senhora Doutora Rubina Leal. O desemprego continua na Madeira os números continuam a ser falseados as pessoas que estão à frente dos Assuntos Sociais tentam manobrar, os números, não correspondem e não são escrupulosamente. Uma sugestão quando voltarem a dar a informação e como esta deve ser tratada. Descendo à terra hoje o Instituto de Emprego da Madeira acredita que está a fazer um milagre ou seja arranjou emprego para mim, mas não é preciso experiência. Desta vez mandou-me para uma casa de um Lar de doentes mentais e que tirar uma experiência de para dar banho e os cuidados a ter com o doentes, quinze dias de experiência perdidos. Porque ao chegar no último dia já estava outra pessoa mandada pela mesma pessoa do Instituto Emprego da Madeira para mais quinze dias de experiência e assim a casa Lar vai ganhando com a boa vontade dos desempregados de quinze em quinze dias. É um imenso desconforto . Era bom saber a certeza absoluta, ou pelo menos com uma margem de probabilidade de ficar mais curta mas vão consolando, por esta razão digo que falhanços do Instituto de Emprego da Madeira, chega mesmo a beliscar, porque se esquece dos diminuídos que não com chegam a clarificar nenhuma estratégica de lidar com o desconforto do desemprego. Nem sequer sei se fui avaliado correctamente e se tinha as capacidades e fico na expectativa. Felizmente para mim desejar se será um suficiente e denunciar os desejos de querer encerrar desta forma de vida. Pelo menos ver com que margem da probabilidade de ter a certeza que alguma coisa muda ou quando muda e como muda. Sendo tema do mais abuso e mais em relação a mim próprio. Considero também com que propriedade que encontrou esta profissão , uma actividade, um estilo de vida de que se goste o que se deve fazer em que se possa haver um empenhamento por parte do Instituto de Emprego da Madeira, este sim é que deveria dar a preparação ao desempregado em busca de uma oportunidade ou sorte de arranjar o devido emprego. Talvez nem todos precisam de ter o mundo, para encontrar qualquer percurso de bem – estar, mas há muitos que só ganhavam em tentar o grande esforço e depois, levar o esforço, para nada. E descer bem à terra que afinal nada mudou é com essa sensação que fico. Afinal para onde caminhamos? Não vale a pena tirar um curso porque depois não se arranja emprego é só para o diploma e um abraço do senhor Secretário da Educação. Digo assim, por utilidade a tendência é não ficar. Além da minha história de fazer questão de fazer conhecer, gostaria que outras desse a cara a tantas outras histórias que se vai passando pelo os programas do Instituto de Emprego da Madeira.