V.F. Não costumo comentar estes assuntos futebolísticos, contudo existem duas coisas que me tiram do sério: as injustiças da vida e a imbecilidade déspota de alguns adeptos que mais parecem mentecaptos quando se trata de defender as suas cores. Julgo que é o desespero e a falta de argumentos que os leva a comentar os lances ocorridos em determinados jogos, em benefício de um dos intervenientes, omitindo outros que prejudicaram sobremaneira esse mesmo interveniente. Como é o caso dos jogos aqui trazidos por um papagaio vermelho cuja pseudo-imparcialidade é de uma cretinice atroz! Refere o dito psitacídeo: “O Carvalho não há dia nenhum que não vá para as redes sociais criticar arbitragens”. Acontece que algumas destas críticas até têm razão de ser porque são alicerçadas em factos e verdades insofismáveis! Atentemos por exemplo na questão dos vouchers. Será normal tal procedimento? Pergunto eu, e se fosse ao contrário? Se fosse o SCP ou o FCP a ter tal “cortesia” para com os 4 árbitros, oferta de 4 jantares por árbitro, mais uma camisola do Eusébio, perfazendo um total de 16 jantares por jogo mais 4 camisolas, achariam normal estas, vamos chamar-lhes eufemisticamente, cortesias? Denunciar esta situação será uma jogada de bastidores? Não será exatamente o contrário? Quem comete este tipo de ações, acovardado e com a cumplicidade de todo um “sistema” que fabrica campeões (árbitros, observadores, nomeações / classificações / desclassificações - vide o ocorrido com o árbitro madeirense Marco Ferreira) é que luta pela verdade desportiva, não haja dúvida. A questão dos vouchers será talvez a cabeça do “Polvo”, a ponta do icebergue! Como disse o Poeta russo Gavril Romanovitch Derjavine: “Um asno será sempre um asno, mesmo se o cobrires de ouro”.