Roberto Almada, do BE, confrontou o secretário regional da Saúde com a aprovação, no Orçamento de Estado, da garantia de financiamento pela República de metade da obra do novo hospital.

Faria Nunes, que antes não tinha respondido a uma pergunta sobre este tema, afirmou que o hospital “não vai arrancar em 2017” e só poderá ser iniciada a obra em 2018. Por isso, afirma, “metade de zero é zero”.

O secretário regional defende que a República deveria pagar 80% da obra, como prometido e lembra que a norma do OE2107 não tem grande significado, uma vez que o importante são os anos seguintes. “Honra seja feita ao PCP que fez com que fosse considerado um projecto de interesse comum”, reconhece.

Sobre o projecto do novo hospital, Faria Nunes aproveita para garantir que a Região não perdeu os 4,5 milhões já pagos para os projectos, uma vez que os arquitectos e empresas de fiscalização, aceitaram receber “só o que faltava pagar” para fazer as adaptações.