José Fagundes Na coluna vertebral, no DN de 19 de Dezembro de 2015, o jornalista Miguel Silva escreve no NÃO sobre o estranho julgamento do dia anterior: “Por falta de provas, foram todos absolvidos”. As questões que coloco são: Houve ou não facturas emitidas ? São verdadeiras ou fictícias ? Se são verdadeiras, os valores correspondem às obras construídas, orçamentadas e contabilizadas? O julgamento só pode ser: não houve dolo, visto as provas serem as próprias facturas emitidas, liquidadas e contabilizadas de uma empresa credenciada e registada para a execução das obras de construção civil ou públicas.