José Silva Só vou acreditar quando desfizerem a marina do lugar de baixo, dando lugar à praia que sempre ali existiu.

Quando me restituírem o barco que me roubaram.

Quando o armas regressar às viagens entre a Madeira/Portimão/Madeira.

Quando acabarem com a prepotência (leia-se acumulação com remunerações/reformas chorudas de pessoas apegadas aos tachos)!

Quando os políticos deixarem de ser imunes à justiça.

Quando uma determinada secretária deixar de mentir descaradamente aos Madeirenses! Só fala em percentagens de ocupação parece que aquele disco está riscado e, sempre que abre a boca é para falar em flores ou turismo acima dos 70%, quando na realidade não é assim! Acordem conterrâneos.

Quando fecharem as fundações.

Quando acabarem com as sociedades de desenvolvimento espalhadas pela nossa Madeira. Não acham que são tachos mais?

Quando extinguirem os monopólios, nomeadamente dos Sousas, Henriques, etc. . .

Quando abrirem concursos públicos isentos de falcatruas!

Quando acabarem com tolerâncias do ponto que só prejudicam o mercado de trabalho.

Quando as praias forem novamente livres.

Quando não houver restrições de pesqueiros, acabando com a porcaria das zonas proibidas.