Rui Sousa O título do Diário de ontem sobre o miserável desempenho da selecção nacional no Brasil está muito bem conseguido. De facto, vamos ficar mais três dias a sonhar com o impossível, depois de um mês de outras tantas ilusões. Andamos nisto desde os descobrimentos e 500 anos depois continuamos incapazes de nos superarmos e de vencer todos os fados que nos atormentam.

Precisamos de líderes, de alguém que nos tire das fatalidades e da eterna dependência do sobrenatural. Mas onde andará aquele que nos pode guiar por caminhos sem complexos? Bento não é. Ronaldo idem. Que espécie de treinador é o nosso que não tem explicações para ter convocado jogadores rotos e que se lesionam em 10 minutos? E que raio de capitão é o nosso que está mais preocupado com o penteado do que com o jogo?