Mário Mascarenhas Alencastre Ó Pátria mil vezes Santa Meu Portugal, minha Terra Onde vivo e onde nasci Na tua História me perco E nela tudo aprendi Mesmo que fosses pequena, E, eu te visse pobre e nua, Ninguém ama a sua Pátria Por ser grande, Mas sim por ser sua! Viva Portugal! (Anónimos) A 10 de Junho, dia de Portugal, de Camões, da Raça Lusitana, na diáspora, mundial; nos Discursos Emotivos, dos Políticos, falam de Portugal, como, a Nossa Mãe, a quem todos, devemos, Venerar, Cuidar, Amar, dando-lhe, Alegrias, Felicidade. Assim, deveria ser, mas, a Realidade? Mãe, que choras, ferida, amargurada, triste. Tuas LÁGRIMAS, são, teus, Filhos, Desempregados, com Fome, Sem Abrigo, Forçados a Emigrar. Mãe, Envelhecida, Empobrecida, Despojada, de teu Património, sem dó, nem piedade, de Escolas, Hospitais, Centros Médicos, Correios, Tribunais, Finanças, etc… A tua Voz, Implora, em vão, que poupem, crianças e Idosos, mas, a máquina da destruição, não dá, tréguas. Tua Independência, Soberania, Orgulho, Roubados. Presente,Futuro, de Teus filhos, descendentes, Hipotecada, Penhorada…! E, no dia, dos teus anos (10 de Junho) com, Louvores, Honras, Festejos, mencionam, o teu nome: Portugal, para logo, te Esquecerem, te Humilharem, te Ultrajarem. Não merecem, de Pátria, de Mãe, Teu Nome, porque, Não te Amam, Não te Respeitam, Não te Dignificam, Não te Honram. Apenas, e, Só… Sim… SERVEM-SE… de TI! Quando por Dever, Obrigação no Cargo que exercem, ocupam, Deveriam, SEMPRE SERVIR-TE.