Conceição Pereira Após a publicação dos resultados eleitorais de 25/5/2014, tomámos conhecimento das diversas posições dos eleitores, face a este acto eleitoral. Tendo em conta a situação que estamos a viver, o mais razoável seria ver o povo explorado e oprimido pela troika de fora e a de dentro e por mais uns tantos que sempre foram exploradores, correr para as mesas de voto e castigar os responsáveis pela situação. No entanto, uma parte nem se deu ao trabalho de sair de casa para votar porque está cansada, amargurada, desiludida. E deixou que outros resolvesses tudo o que é preciso fazer. E uma boa parte correu novamente a votar nos mesmos de sempre, porque os partidos são todos iguais, todos querem tacho e nem se dão ao trabalho de pensar diferente, uma vez na vida. Com 16 candidaturas, não encontraram nenhuma que lhe agradasse. Se tentassem, talvez acertassem, como no euromilhões. há sempre alguém que acerta. Tenho quase a certeza que logo na 2ª feira, dia 26, amanheceram a reclamar contra os partidos todos. Fazem as asneiras, escolhem pelas troikas e ainda esperam que os outros partidos vão a correr resolver-lhes os problemas. Os restantes eleitores votaram segundo a sua vontade, acho eu, em liberdade e democracia. E se alguma coisa não bater certo só têm que bater à porta do partido onde votaram e colocarem as suas reclamações. Eu votei de PÉ, para não viver agachada à volta dos poderosos, dos ricos que sempre me exploraram.