P.N. Venho por este meio esclarecer, em resposta ao Senhor Samuel Mendonça, a publicação relativamente aos profissionais de táxi que, alegadamente, se recusaram, segundo o Sr. referiu, a prestar um serviço a uma senhora que se dirigiu à praça de táxis junto ao teleférico, na passada sexta-feira. Primeiramente, o senhor está a por em causa o bom nome desta classe e a denegrir a imagem destes profissionais. O Sr. fez afirmações graves que, sem fundamento algum, generalizou todo um conjunto de pessoas honestas que trabalham dia-a-dia para prestar um bom serviço aos seus clientes, fazendo um julgamento extremamente incorrecto. Passo a explicar toda a situação conforme realmente aconteceu, perante a presença de dois agentes da autoridade e, conforme testemunhas lá presentes no local: Realmente a senhora estava para apanhar um táxi, mas devido à sua pouca mobilidade, e dado que se encontravam na altura várias carrinhas de seis e oito lugares e somente duas de quatro lugares, a pedido da senhora, devido à sua condição física, solicitou que lhe fosse fornecido o serviço por uma viatura de fácil acesso. Ora, esta senhora foi encaminhada para um veículo que correspondia às suas necessidades. Atenção, isto na presença de dois agentes da PSP que provam que foi facultado o serviço de táxi. Para finalizar toda esta ‘história’, isto é vergonhoso para si que é condutor da empresa R.C. e que já está bem identificado por todos os profissionais visados, cujas matrículas foram expostas indevidamente. É de lamentar que venha afirmar coisas tão graves para a comunicação social que são calúnias muito difamatórias. Espero que com isto possa ter dissipado todas as suas dúvidas e preocupações.