Manuel Marinho Venho fazendo exposições por escrito ao Instituto da Segurança Social da Madeira ao cuidado da presidente Maria Bernardete, e nunca foram dados e devolvidos os meus direitos, nem nenhuma explicação desde 2011. Mas os meus deveres perante a mesma instituição estão a ser pagos com grande dificuldade. Ao contrário dos ricos que têm dívidas avolumadas essas ficam no esquecimento, é relembrado pelos partidos da oposição ao governo da Madeira, mas sem o comentário da mesma pessoa, tirar aos pobres será mais fácil. Mas o que se trata é uma dívida da Segurança Social ao beneficiário NISS 11320163935, de três meses que não foram pagos do (R.S.I.) e reclamo. Eu fico sem saber se uma carta onde existe uma pergunta ou pedido nunca deve de ficar sem resposta!!! E assim que a última palavra foi decifrada já teria levado duas estaladas senão respondesse. Aprendi e nunca me esqueci. Por isso ofende-me sempre a falta de resposta de um pedido ou de uma pergunta. Mas isto acontecia no Passado… Há neste momento uma presidente no Instituto da Segurança Social da Madeira fortemente condicionada, pela sua qualidade e das pessoas que a integram. São apenas pessoas normalmente agressivas. Saber ouvir, dar atenção, compreensão, gerir conflitos, gerir a vida das pessoas, deveriam ser as principais preocupações para manter a coesão possível e o empenhamento necessário, na Inserção Social, com graves problemas com o emprego na Madeira, com graves problemas financeiros, denotando um alarmante falta de carinho e atenção, que estão aos cuidados da Segurança Social e reconhecimento social, de afecto e acompanhamento das pessoas na realização dos seus compromissos, ou seja deveres. A generosidade do nosso tempo precisa de encontrar esse valor, porque no mundo actual, necessitado de tantos outros valores, em especial, precisa do valor da ética como do pão para a boca. Continuar é uma palavra dinânica, que exprime o esforço, o trabalho e luta. Habituado a um planeta, onde o homem, onde lutou pela sua dignificação de muitas lutas, passando pela valorização do sindicalismo de corrente das tendências da exploração que nasceu com a grande revolução industrial. Habituado às medidas de austeridade sobre os pobres em Portugal neste caso na Madeira, não queiram tirar o que é nosso. Como digo nas exposições escritas, estarei sempre disponível para qualquer esclarecimento à Presidente da Segurança Social da Madeira, para que se resolva de uma vez por todas este assunto se tenho ou não direitos reclamados. Sinto que cada vez que escrevo nas cartas do leitor do Diário de Notícias sou um homem perseguido pela Instituto da Segurança Social, Instituto do Emprego até mesmo por alguns governantes da Madeira. Não acontecendo com elementos da Junta de Freguesia de São Roque, Associação Protectora dos Pobres e pessoas anónimas que me têm dado todo o carinho e preocupação que um desempregado precisa…