Maria Conceição Pereira Como já foi escrito no DN, há pessoas que prometem o voto a um Partido e depois votam noutro. Fazem RONHA. E mais, votam num Partido e depois vão com outros Partidos para endireitarem a borrada que fizeram quando votaram. O ex-presidenta da C. de S. Cruz também declara que “a história do cemitério” é da responsabilidade do Savino Correia. Parece uma criança “não fui eu, foi o mano”. Quando ele chegou à Câmara e se encarou com aquele despautério porque não esclareceu o público como fez o JPP? Mas não. O processo andou para a frente, porque o PSD queria. Fez RONHA. E que dizer da RONHA que fez arquivar o processo “Cuba Livre”? Está provado que houve ocultação de dívida. Está provado que houve falsificação de documentos. Está mais que provado que esses procedimentos nos levaram à desgraça, que estamos sobreendividados, e sobreausterizados, com os desmandos dos governos de lá e de cá. E dizem-nos que não há culpados. Isto é que é uma RONHA! Mais: o Roberto Almada do BE foi condenado por ter falado publicamente em falcatruas que alguém fez e que são verdadeiras. Para não falar em muitos outros julgamentos também conhecidos. Para estes a justiça cai em cima! Depois ainda há desculpas, argumentações com linguagem de advogado a justificar o injustificável. Isto também é RONHA. Pode-se comparar com determinadas argumentações do género: “Ele bate na mulher porque é um doente, imagina situações de traição, acredita que é verdade...RONHA. Até vem um comentário no DN dizendo que o Sócrates anda à solta! Esse tem as culpas dele, mas nunca viveu aqui nem é responsável pelas contas da Madeira. É a RONHA a acusar outro para branquear o PSD! É caso para dizer: A RONHA existe, “tudo existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado.” É o fado de ser português. Será que estamos mesmo condenados? Não quero acreditar!