Nos contactos que tenho tido com a população, neste período das autárquicas, sinto que há uma vontade de mudança, de uma mudança de políticas que rompam com as práticas do passado, com o ‘status quo’.

Ora, nunca é demais recordar que têm sido, praticamente, os mesmos a governar os destinos das Câmaras Municipais da Região, os mesmos que copiosamente repetem as políticas que nos trouxeram a esta situação desgraçada que vivemos na nossa Terra, ou seja, retrocesso civilizacional, falência, desemprego, pobreza e até fome.

Foram as políticas erradas e incompetentes do passado que nos empurram para um beco sem saída. Para não falar das políticas que corroem os princípios fundamentais do Estado de Direito Democrático, das políticas do amiguismo e do favoritismo que desviam os recursos de todos para favorecem alguns. Práticas em que quase tudo era feito, não a pensar no bem comum, mas em certos interesses instalados. Não a pensar numa justa distribuição da riqueza, gerada com o suor do trabalho de todos, e para garantir um desenvolvimento sustentado e sustentável no tempo e um futuro melhor para as novas gerações, antes pelo contrário.

Perante as evidências, os madeirenses e os porto-santenses já chegaram à conclusão que é necessária, para o desenvolvimento e para a saúde da Democracia, uma mudança de regime e de políticas que devolvam a esperança às pessoas e horizontes de progresso. O PS, como alternativa de poder, assume essa responsabilidade e, através das suas opções, está a apresentar-se com projetos locais capazes de gerar a confiança necessária junto do eleitorado. Por isso, a 29 de setembro, a opção é: ‘status quo’ ou alternativa!

Jacinto Serrão