Vivemos tempos em que as escolhas devem ser conscientes e ditadas pela razão O Funchal vive momentos difíceis. As famílias e as empresas passam por situações financeiras que em muitos casos são de gravidade extrema. Que fazer para combater a crise? Só vejo uma solução, que passa pela conjugação do trabalho, da criatividade e da boa gestão do dinheiro público. Em breve, os Madeirenses serão chamados a escolher quem governará os seus municípios e as suas freguesias. Na escolha que farão, deverão ponderar muito bem o futuro. Deverão tentar perceber quem os trouxe aqui, quem trouxe o país a esta situação e quem tem, realmente, trabalhado em prol dos Cidadãos. No caso particular do Funchal, devem ainda tentar perceber se é com aventureirismos, com coligações pouco fiáveis, que a Cidade sairá da crise, que as empresas da Cidade recuperarão, e que a confiança dos consumidores aumentará. Porque Confiança é mesmo o factor chave que poderá motivar o crescimento económico. Pode ter-se confiança em quem trouxe a Madeira, e o Funchal, a atual situação? Não me parece. Pode ter-se confiança numa coligação que alberga partidos radicais da extrema direita à extrema esquerda, alguns deles inimigos da economia, inimigos do investimento e dos empresários, de quem gera emprego, daqueles que investem e, que legitimamente, procuram fazer crescer as suas empresas. Não me parece. Vivemos tempos em que as escolhas devem ser conscientes e ditadas pela razão. Lino Abreu
Vivemos tempos em que as escolhas devem ser conscientes e ditadas pela razão
O Funchal vive momentos difíceis. As famílias e as empresas passam por situações financeiras que em muitos casos são de gravidade extrema. Que fazer para combater a crise? Só vejo uma solução, que passa pela conjugação do trabalho, da criatividade e da boa gestão do dinheiro público. Em breve, os Madeirenses serão chamados a escolher quem governará os seus municípios e as suas freguesias. Na escolha que farão, deverão ponderar muito bem o futuro. Deverão tentar perceber quem os trouxe aqui, quem trouxe o país a esta situação e quem tem, realmente, trabalhado em prol dos Cidadãos. No caso particular do Funchal, devem ainda tentar perceber se é com aventureirismos, com coligações pouco fiáveis, que a Cidade sairá da crise, que as empresas da Cidade recuperarão, e que a confiança dos consumidores aumentará. Porque Confiança é mesmo o factor chave que poderá motivar o crescimento económico. Pode ter-se confiança em quem trouxe a Madeira, e o Funchal, a atual situação? Não me parece. Pode ter-se confiança numa coligação que alberga partidos radicais da extrema direita à extrema esquerda, alguns deles inimigos da economia, inimigos do investimento e dos empresários, de quem gera emprego, daqueles que investem e, que legitimamente, procuram fazer crescer as suas empresas. Não me parece. Vivemos tempos em que as escolhas devem ser conscientes e ditadas pela razão.
Lino Abreu