Ninguém as pediu, mas todos estão à espera dos resultados. Todos dizem que ‘valem o que valem’, mas se os números não agradam provocam azia e se são favoráveis, permitem cantar vitória e elevar os objectivos.

Independentemente das posições partidárias, que nunca traduzem a verdadeira opinião dos políticos sobre esta matéria, as sondagens são uma componente obrigatória das eleições, sobretudo do período de campanha.

Nos últimos dias começaram a ser realizados estudos de opinião e os resultados devem ser conhecidos das direcções partidárias. Os dos jornais devem ser conhecidos mais para a frente.

O certo é que a tendência de voto dos madeirenses deve ser motivo de preocupação, sobretudo na sede do PSD-M, pelos sinais que têm sido dados pelo líder e pelos seus mais directos colaboradores.

Ninguém assume, mas todos falam em previsões negativas, maus resultados, menos votos e maiorias absolutas em causa. Até de derrotas se fala, onde até há bem pouco tempo essa palavra era motivo de riso.

Independentemente das bravatas que se disparam todos os dias, sobretudo no jornal do regime, a dúvida que persiste é sempre a mesma: se a derrota for tão grande como andam a dizer nos corredores do poder, como ficará o partido e o Governo? Vamos esperar pelas sondagens.