Esperança da Liberdade Madeira A hipocrisia do enquistado chefe do Governo Regional, Alberto João Jardim, não tem limites, nem pudor. A sua conivência e subserviência aos racistas do apartheid foi uma prática corrente. Durante o regime de apartheid na África do Sul, AJJ mostrou-se sempre convivente e apoiante dos governantes racistas, que excluíam os negros e outras raças dos direitos civis e políticos. Na altura, nunca AJJ ergueu a voz contra a discriminação racial e a favor de Nelson Mandela. Na visita do então presidente Pieter Botha e do seu ministro dos negócios estrangeiros (1986) a sua subserviência foi escandalosa. O falecido actor Mário Viegas, em exercício da sua profissão no Funchal, deu vivas a Mandela, à passagem da comitiva, o que deixou o eterno Presidente do Governo Regional furioso com este artista de vanguarda. Tanto assim, que o pseudo-jornal “Jornal da Madeira”, propriedade do AJJ, chamou-lhe os piores nomes e com a ameaça de expulsão da Madeira. Aliás, na Região Autónoma da Madeira vivia-se e, lamentavelmente, ainda se vive uma espécie de apartheid. Os “laranjas” do PSD_M, apoiantes do UI e suas famílias gozam de todos os benefícios e mordomias da Mamadeira, quanto aos outros que se tramem e muitos são perseguidos. Para o não ser, mesmo dentro do PSD-M, submetem-se à lei da rolha do jardinismo. Nelson Mandela e Alberto João são dois polos opostos, não têm nada a ver um com o outro. Mandela representa a tolerância e a convivência democrática e a prática dos direitos humanos. Alberto João representa a desmedida ambição pelo poder, sem olhar a meios, a limitação da liberdade de expressão e de imprensa, a falta de ética no exercício poder e a falta de respeito pelos seus opositores, ou seja, um ditador.