Execução é uma coisa e execução é outra. O dicionário define execução: ato ou efeito de executar; cumprimento de sentença judicial, penhora e venda judicial para pagamento de dívida; capacidade executiva; cumprimento; maneira de interpretar uma peça musical ou de canto; suplício (de condenação à morte).
Para Jardim é: ação com duas cores, conforme os alvos - vermelha para uns, laranja para outros; vingança ou fechar de olhos; justiça em causa própria; incapacidade executiva.
Que noção, que definição terão algumas individualidades sobre execução – de si para si ou de outros para si?
Cunha e Silva: “É fingir que eu, como Vice, fui o candidato natural à sucessão, usado como delfim descartável e deixado como político executado”.
Manuel António: “É estar em bicos de pés, falar muito, muito descontraidamente, como o chefe, dizer coisas muito iguais, usar tiques do mesmo género, tudo para parecer que já estou no poleiro e justificando finalmente ser o último dos delfins”.
Conceição Estudante: “Estudante que sou, ainda estou a aprender o que significará. Preocupo-me pouco com essas coisas e até primo muitas vezes pela ausência, em representações governamentais, dando primazia aos delfins”.
Jaime Freitas: “Na verdade, execução, execução mesmo, não sei bem o que é isso na minha Secretaria. Julgo que se aplica a mudança de diretores. Já não execução ou execução adiada sei bem. Dou-lhe o exemplo do Congresso do Desporto”.
Jaime Ramos: “Não sei, não quero saber e deixem-me da mão. Isso são coisas da comunicação social. Hã? hã? Processo quem falar no meu nome e processo os jornalistas que publicarem isto. Hã? hã? hã?”.
José Pedro Pereira: “Executar, acho que é assumir a façanha de lavar o carro da polícia com urina, ser premiado com um lugar de deputado e depois dar com os pés no partido . Ah! ah! ah! ah!
António Carrilho: “Fazei tudo o que Ele vos disser, sede devotos santíssimos do nosso Rei e assim evitais cair nas trevas”.
Rui Rebelo: “Isso são situações que não me compete a mim interpretar. Faço que o é determinado a nível superior, separadas as cores. Também faço minhas as palavras do senhor bispo. Ai as trevas!”.
Popular 1: ”É dar um pontapé no… no… no.. no rabo do dito cujo e pô-lo a andar dali pra fora.
Popular 2: “Olhe, eu não sei, mas ele também já não sabe o que diz!
Popular 3: “É dar um tiro nos … na testa desse f…, enterrá-lo no buraco que ele cavou, mais os outros mamões todos, regar com gasolina e fazer uma fogueira”.
Credo! Cruzes! Canhoto! Abrenúncio! Pé de cabra! Mão de vitela! Vade-retro! Vê se te avias!
Eduardo Fonseca