Paulo Alves Numa época em que os madeirenses passam por uma vida "crispada" pelos aumentos de impostos e do desemprego, os nossos políticos continuam a brincar ao jogo do "quero, mando e posso" sem qualquer respeito pela opinião pública e pelo apelo daqueles que, realmente, necessitam de ajuda. Os políticos madeirenses precisam de frequentar formações de ética política, para ver se aquelas consciências são inflamadas pelo respeito pelo outro enquanto pessoa com valores e não como alguém a abater a todo o custo. O comportamento destes políticos na Assembleia Legislativa Regional - enquanto espaço de democracia - nada tem de democrático, diria mesmo que é um lugar onde quase que vale tudo menos fomentar a democracia participativa dos seus intervenientes. Um cidadão atento e minimamente interessado por questões da vida política madeirense, facilmente apercebe-se do quanto está pobre e desvalorizada a política e os políticos - especialmente certos (des)governantes - junto da população. O povo está farto! É preciso uma lufada de ar fresco!