Bandeiras, vivas ao partido e muita música é assim que se fazem os comícios do PSD.

Subitamente a música pára, e o público em êxtase dá as boas-vindas a Alberto João Jardim. Durante cerca de 20 minutos o palco é do líder regional do partido.

Com um discurso sempre emotivo, o cabeça de lista às eleições regionais de 9 de Outubro enviou recados a Lisboa e não deixou de parte a questão que tem marcado esta campanha eleitoral: a dívida da Madeira.

O líder do PSD/Madeira lançou críticas ao PS e ao CDS, que qualificou de "inimigos do povo da Madeira"

Jardim voltou a fazer um apelo aos madeirenses: "ajudem-me, ajudem-me no dia 9 de Outubro".

O presidente dos sociais-democratas afirmou ainda que a comunicação social do continente tem atacado os madeirenses e que, nas últimas cinco semanas, tem havido golpadas, injúrias e calúnias. Nesta "última semana", afirmou Jardim, vai haver "um truque", as sondagens. Vão dar a vitória ao PSD para desmobilizar, mas, alerta o líder regional do partido, isso só vai acontecer no domingo.

Foi assim, esta terça-feira, em Santo António, num dos treze comícios que o PSD vai realizar durante esta campanha eleitoral, que teve também 27 jantares em vários pontos da ilha.

Nos comícios há ainda um artista convidado, Mickael Carreira toma as rédeas do encerramento. Na próxima sexta-feira, o filho dá lugar ao pai, Tony Carreira vai estar no grande comício de encerramento, marcado para as 19horas em frente à Sé do Funchal.

Ao contrário das restantes forças políticas, os sociais-democratas madeirenses não se mostraram disponíveis para falar ao DIÁRIO.