J. Edgar Da Silva O Euro, melhor a 'moeda única' terá os seus dias contados se esta crise persistir, certos de que o 'podemos tolerar' se cada estado membro introduzir o poder de criar a sua 'taxa cambial', ou seja o euro nacional, seria cotado, a valorização e a desvalorização uma opção única dos bancos de cada país da UE. Seria um retrocesso, não, não seria. Manter o euro como moeda, comum, sim, mas não única.Renasceriam as taxas cambiais, entre os euros dos diferentes países da EU. O euro seria sim, convertido em moeda nacional e depois ser desvalorizado, nos países em crise. A crise poderia ser tratada com a desvalorização da moeda e o incremento das exportações. Actualmente esta receita é impossível de se aplicar; Objectivo principal, relançar as economias da EU, com o fim do Euro como moeda Única.'O Euro foi criado para forçar os povos europeus a cair no federalismo económico para os obrigar mais tarde ao federalismo político. A moeda única só beneficia um pequeno grupo da oligarquia bancária'. As realidades económicas dos vários estados são muito diferentes, o que claramente não contribui para a estabilidade e a existência de uma moeda única. Até aqui a moeda única, só tem contribuído para a desestabilização da economia na zona euro, o aumento do fosso entre países pobres e ricos. Existem na EU, economias que só lhes interessa ver os outros países como 'consumidores' e tal objectivo é contrário á dinamização das economias de países de pequena dimensão como Portugal, não podemos ser só um pais de serviços e de consumidores.'Alguém acredita que o esforço financeiro para 'salvar' a Grécia permite que o seu défice passe de 14% para 4% em dois anos? O que vai acontecer, pelo contrário, é que as medidas anunciadas vão conduzir o país a uma recessão cumulativa que irá mergulhar o país num aumento do seu défice. A solução para a Grécia e para os outros países em dificuldade é a saída do Euro. As dívidas poderiam então ser convertidas em moeda nacional e depois proceder a uma desvalorização da mesma, da ordem dos 30%, que permitiria relançar a economia através das exportações'.A receita aplicada á Grécia pela Alemanha faz da primeira um 'pais negreiro' com reduções salariais; uma génese propositada de mão-de-obra barata.