
Sempre que uma criança morre por negligência, maus-tratos, fome ou qualquer outro tipo de violência, significa que a sociedade está a falhar e a humanidade a regredir.
A nível global, nada justificaria a falta de condições básicas para que cada criança pudesse crescer saudável com todos os direitos que lhe assistem. Tal só não acontece porque as políticas internacionais estão cada vez mais focadas nos interesses económicos e de expansão territorial. As crianças não estão a ser protegidas, respeitadas, valorizadas e acarinhadas, para que possam confiar no futuro que lhes pertence e no qual vão ser responsáveis. Os alicerces estão a tornar-se tão frágeis que a rede que suporta a chegada das novas gerações não nos pode deixar tranquilos.