O vereador eleito pelo Movimento Independente Ribeira Brava em Primeiro (RB1) quer ver esclarecidas as contradições sobre um suposto acordo para alterações profundas na circulação rodoviária entre a Ribeira Brava e a Ponta do Sol.

Depois de, esta manhã, Marco Martins ter-se mostrado preocupado com o anúncio feito por Rui Marques, que falava em "medidas que poderão penalizar diretamente a mobilidade dentro da nossa vila", eis que Jorge Santos afirma discordar da ideia.

"Ontem, o presidente da Câmara Municipal da Ponta do Sol, Rui Marques, afirmou ao Diário que existiria um acordo entre os autarcas da zona Oeste relativamente a alterações na circulação rodoviária na saída do túnel da Ribeira Brava", explica Marco Martins.

"Hoje, o presidente da Câmara Municipal da Ribeira Brava, Jorge Santos, veio dizer precisamente o contrário, afirmando que qualquer alteração naquele ponto deve ser precedida de um estudo técnico rigoroso e deixando claro que a Ribeira Brava não pode ser tratada apenas como um corredor de passagem", indica.

É nesse sentido que questiona quem está a dizer a verdade e afirma que os ribeira-bravenses merecem "clareza, transparência e respeito". "Não é aceitável que se façam anúncios ou se aleguem consensos que afinal parecem não existir", assume.

"Questões estruturais que afectam diretamente a vida das pessoas, a mobilidade e a economia local não podem ser tratadas com ligeireza nem com jogos políticos", defende Marco Martins.

O vereador aponta que "o que a Ribeira Brava precisa não são experiências improvisadas no trânsito da vila, mas sim soluções estruturais que há anos são prometidas e continuam por cumprir, como a verdadeira melhoria da mobilidade entre os concelhos da zona Oeste".