O vereador Rui Caetano explicou que se absteve na aprovação
do Plano de Auditoria interna para 2026, apresentado pela Câmara Municipal do
Funchal, pois apesar de cumprir a lei, considera que este é “demasiado fraco”.

“Tendo em conta a dimensão e a necessidade de passar uma sensação
de maior rigor”, o socialista afirma que este documento “não é transformador,
não traz uma imagem que as pessoas possam estar garantidas da eficiência”.

Rui Caetano fala “num plano que não define prioridades” e
indica que a área do urbanismo devia estar contemplada, tendo em conta as fragilidades.
Além disso, “não define objectivos claros em relação à redução de riscos”. “É
um plano que cumpre as regras, mas que não é ambicioso”, considera o
socialista.

O vereador pretendia um plano mais envolvente, pese embora
se trate de um documento interno.