
É absolutamente inadmissível que, em pleno século XXI, os portugueses residentes nas regiões autónomas continuem a ser tratados como cidadãos de segunda categoria.
A mobilidade aérea entre o continente e as ilhas (Madeira e açores), deveria ser um direito garantido, uma questão de equidade territorial. No entanto, o governo da República insiste em apresentar benefícios básicos, como se fossem esmolas, um favor concedido generosamente pelo Estado central. É esta lógica colonialista que continua a imperar: cidadãos das ilhas como “colonos” à espera da caridade de Lisboa. Uma vergonha.