A Capela de Santo António, na Ponta do Sol, acolheu, hoje, as Assembleias Gerais Electiva e Ordinária da Associação do Caminho Real da Madeira, contando com a participação dos associados. Miguel Gouveia continua à frente da associação, mas há novas entradas nos órgãos sociais.

Foram eleitos os seguintes
dirigentes para Direcção: Miguel Gouveia (presidente), Sandra Silva, Nicol
Menezes, Milton Santos e Aloísio Freitas; Conselho Fiscal: José Freitas (presidente),
Rubina Abreu, Rodolfo Silva e Joaquim Rebelo; e para a Mesa da Assembleia Geral:
Isabel Silva (presidente), António Gouveia, Dário Nóbrega e Igor Santos.

Já na Assembleia Geral Ordinária foram
apreciadas e aprovadas por unanimidade as contas relativas ao exercício de 2025
e o Plano de Actividades para 2026. A Prestação de Contas apresentou um
resultado positivo "e reflecte um ano de actividade regular, com a concretização
da maioria das iniciativas previstas e com parecer favorável do Conselho
Fiscal".

Quanto ao plano para 2026, tem por missão a promoção, defesa e valorização
dos Caminhos Reais da Madeira, através de iniciativas culturais, pedagógicas,
científicas, recreativas e de divulgação patrimonial. Para o próximo quadriénio,
a Associação assume como grande objectivo estratégico "a sensibilização das
entidades competentes e da comunidade para a recuperação de troços de Caminhos
Reais que se encontram encerrados ou em mau estado de conservação, entendendo
esta reabilitação como essencial para a salvaguarda do património histórico e
da memória colectiva associada a estas rotas centenárias".

A Associação do Caminho Real da
Madeira "aguarda com expectativa a decisão do Governo Regional relativamente ao
pedido de declaração de utilidade pública submetido no passado mês de Outubro,
por considerar que esse reconhecimento poderá constituir um instrumento
relevante para a prossecução dos seus objectivos estatutários".