A Iniciativa Liberal apresenta a
sua candidatura ao concelho do Funchal para as eleições autárquicas de 2025,
encabeçada por Sara Jardim, de 45 anos, consultora imobiliária. Com uma missão clara de "cuidar de quem vive
no Funchal", a equipa foca-se em áreas como habitação e mobilidade,
propondo uma nova abordagem na gestão da cidade, mais próxima e eficiente, mais
centrada nas pessoas e na simplificação de processos.
Em nota emitida à imprensa, Sara Jardim, refere que "a visão do
partido passa por um concelho onde a habitação seja uma realidade, os serviços
públicos funcionem de forma eficaz e a liberdade seja o motor para o
desenvolvimento, em particular para os mais jovens". A candidata sublinha que
pretendem "devolver o poder às pessoas" e ser a voz de quem acredita
que a cidade pode ser mais livre e próspera.
Conforme revelou, a questão da habitação "é um dos
pontos centrais do programa". Nesse sentido, prossegue, "o partido pretende combater as dificuldades que
afectam os jovens e a classe média, que se confrontam com rendas elevadas,
preços de compra proibitivos e entraves burocráticos".
A equipa da IL alerta para "a
escassez de oferta habitacional e para a falta de planeamento urbanístico, que,
na sua óptica, se tornou um obstáculo para quem deseja investir ou viver no
Funchal, fazendo com quem os jovens mudem de concelho ou saiam da Madeira - o Funchal está a perder o seu futuro".
Para contrariar esta tendência, diz, "a
Iniciativa Liberal propõe a reabilitação de património devoluto e a
simplificação de processos, bem como a libertação de solo urbano". E acrescenta: "O Funchal precisa
de um plano de reabilitação urbana sério, para que a reabilitação de edifícios
se torne uma alternativa real à construção de novas infraestruturas. A equipa
defende que, ao dar uma nova vida aos edifícios abandonados, é possível
revitalizar o centro da cidade e permitir que famílias e negócios se fixem na
área central". O objectivo, prossegue, "é criar bairros vibrantes e com vida, onde
seja possível conjugar habitação e atividade económica". Adicionalmente, sublinha, "o
partido sugere uma estratégia de crescimento inteligente nas zonas
altas do Funchal, transformando-as em novas centralidades com
transportes integrados e habitação acessível".
A mobilidade, conforme afirma, "é outra das
áreas-chave do programa, com a equipa a defender uma visão que permita aos
cidadãos perder menos tempo no trânsito e ganhar mais qualidade de vida". A IL
pretende criar uma cidade "activa e moderna" que flua com a inovação,
procurando soluções que reduzam a dependência do automóvel. A abordagem, salienta, "não
passa por proibições, mas por devolver às pessoas a liberdade de
escolha sobre como se mover".
Para atingir estes objectivos, o
partido "propõe a criação de uma estrutura segura e funcional para a mobilidade
leve (pedonal e de bicicleta), integrada com uma rede de transportes públicos
eficaz". Por fim, diz que "a Iniciativa Liberal quer que o Funchal seja uma cidade onde cada
pessoa tem opções para se deslocar, com menos trânsito e poluição". A equipa, diz, "visa ainda libertar os funchalenses do stress do trânsito e das dificuldades de
estacionamento, defendendo uma gestão mais inteligente do espaço urbano, com o
trânsito organizado e a oferta de várias soluções de estacionamento".
Seguem os restantes candidatos ao Funchal:
Assembleia Municipal do
Funchal e Junta de Freguesia de Santa Maria Maior – Rosie Bayntun, 30 anos,
account consultant

Junta de Freguesia de Santo
António – Carlos Vieira, 60 anos, músico
Junta de Freguesia de São
Martinho – Carla Chatterley, 57 anos, professora
Junta de Freguesia de São
Pedro – Rodolfo Novita, 26 anos, fisioterapeuta
